Uma história espectacular sobre humildade

Um ex-secretário da defesa americano foi falar numa palestra. Subiu ao palco com o seu café americano num copo de plástico. Ficou a olhar para o café, fez uma pausa de uns segundos, e decidiu não seguir o guião que tinha preparado para a palestra. Disse: “O ano passado, ainda era eu secretário da defesa em funções, vim falar a esta exacta palestra. Vim num avião privado. Tinham uma pessoa no aeroporto à minha espera para me levar ao hotel cujo quarto já estava reservado para mim. No hotel tinha uma pessoa à minha espera para me trazer para a conferência. Levaram-me aos bastidores. Pedi um café e deram-me uma chávena incrível de porcelana. Este ano, já reformado, comprei o meu próprio voo em que vim em turística. No aeroporto à chegada apanhei um táxi para o hotel cujo quarto eu tinha reservado. Do hotel apanhei outro táxi para a conferência. Quando cheguei aos bastidores pedi um café. Apontaram-me a máquina de café a um canto e disseram-me “pode servir-se”. Servi-me de café num dos copos de plástico, os únicos disponíveis, que estavam ao lado da máquina. Subi ao palco, onde estou agora, e foi quando olhei para o copo de plástico que tenho na minha mão que percebi: aquela incrível chávena de porcelana não era para mim. Era para o cargo que eu ocupava.


Podemos adorar as borlas e os benefícios que nos oferecem mas não as podemos deixar subir à cabeça. Porque elas não são para nós. São para o cargo/estatuto que ocupamos. Independentemente do que façamos na vida, vamos sempre merecer um copo de plástico. As chávenas de porcelana são apenas para o cargo que ocupamos”.


Eu não sei se esta história incrível é verdadeira ou não mas gostei tanto e tenho pensado tanto nela que quis partilha-la por escrito exactamente como a ouvi da boca do Simon Sinek (pessoa que, caso não conheçam, aconselho muito a pesquisar). As chávenas de porcelana não são para nós. São apenas para o cargo que ocupamos

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